Dílson Catarino – Página: 36 – Gramática On-line
29 de abril de 2014

Enxague os cabelos! Como se pronuncia?

Os verbos terminados em –guar, –quar e –quir, como aguar, desaguar, enxaguar, minguar, adequar, obliquar (andar em direção oblíqua; proceder sem franqueza, dissimular), apropinquar (aproximar), alonginquar (afastar), antiquar e delinquir passaram a ter dois modelos de conjugação segundo o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
29 de abril de 2014

Há coisa pior que isso? Há-a.

"Há-a" é o pronome “a” ligado ao verbo “haver”. Este verbo não tem sujeito, pois significa “existir”, e é transitivo direto, por isso seu complemento não pode ser representado por “ele, ela, eles, elas”, e sim por “o, a, os, as”.
29 de abril de 2014

Há escolas que investem em tecnologia.

O verbo haver é um dos mais problemáticos da Língua Portuguesa, pois obedece a uma regra ilógica: declara algo sobre determinado termo, mas não concorda com ele em número, ou seja, singular/plural.
25 de abril de 2014

Deixe-os falar à vontade!

Há uma teoria que confunde bastante os jovens estudantes. É o que chamamos de sujeito acusativo, um termo que funciona como sujeito de um verbo no infinitivo – terminado em ar, er ou ir – ou no gerúndio – terminado em ndo. Este verbo, por sua vez, participa de uma oração que complementa um destes verbos: fazer, mandar, deixar, ver, ouvir e sentir.
25 de abril de 2014

Ministro garante rentabilidade do trigo.

Existe uma matéria do âmbito escolar denominada de Regência, que pode ser verbal ou nominal: aquela quanto aos verbos; esta quanto aos substantivos, adjetivos e advérbios. É o estudo que concerne ao uso ou não de uma preposição diante do elemento regente – o verbo, o substantivo, o adjetivo ou o advérbio – em relação ao elemento regido. É o que chamamos de, gramaticalmente, regência verbal, quando se trata de verbo, e de regência nominal quando se trata de substantivo, de adjetivo e de advérbio.
25 de abril de 2014

Comprei doze rosas rosa.

O proprietário de uma floricultura de Londrina perguntou-me se o certo é dizer rosas rosas ou rosas rosa, pois ele ouviu de um cliente que se deve falar rosas vermelhas, com o substantivo rosa e o adjetivo vermelha no plural, mas que se deve falar rosas rosa, com o substantivo rosa no plural, mas com o adjetivo rosa no singular. O cliente do nosso amigo proprietário da floricultura está certíssimo.
25 de abril de 2014

Promoção para todas as idades.

Alguns estudantes se equivocam no entendimento da regra quanto ao uso do artigo posteriormente aos pronomes indefinidos todos e todas. Julgam que, sempre que se utilizarem esses pronomes, o artigo seja obrigatório. Não é bem assim. Deve-se usar o artigo somente quando o termo seguinte ao pronome o exigir. Se houver substantivo, haverá artigo; se houver pronome pessoal ou de tratamento, não o haverá.
25 de abril de 2014

Os gaviões da Fiel. E as mulheres? Gaviãs ou gavioas?

Uma das teorias que mais traz dificuldades aos pobres estudantes de Gramática da Língua Portuguesa é a dos substantivos terminados em –ão. O plural pode ser estruturado em –ões, em –ães e em –ãos. O feminino pode ser estruturado em –ã, em –oa e até em –ona.