Dílson Catarino – Página: 42 – Gramática On-line
25 de março de 2014

Alguns casos especiais de concordância verbal

A concordância verbal é um dos aspectos gramaticais mais temidos pelos estudantes. A única maneira de usar o verbo convenientemente, concernentemente à concordância, é raciocinar, é analisar sintaticamente a oração, encontrando o sujeito a que o verbo se refere, a fim de deixar este no mesmo número e pessoa que aquele.
25 de março de 2014

Os funcionários com os quais conversei são os líderes do movimento grevista.

Eis um exemplo de frase que traz dificuldades aos estudantes brasileiros. O uso dos pronomes relativos (que, quem, qual, onde, quanto e cujo) é extremamente problemático, pois o período deve ser montado, estruturado com o raciocínio.
25 de março de 2014

Te ligo mais tarde!

O verbo "ligar" é usado na linguagem coloquial brasileira como sinônimo de "telefonar", apesar de gramaticalmente não o ser; é uso popular. Usar esse verbo no dia a dia não é incorreção; é inadequação aos padrões cultos da Língua Portuguesa
18 de março de 2014

Londrina é um mercado pelo qual o grupo tem interesse.

Os pronomes relativos servem para substituir um substantivo, evitando sua repetição no período e a formação de frases muito curtas. Crianças da terceira infância, de sete anos à puberdade, não sabem usar os pronomes adequadamente.
18 de março de 2014

Se você mantiver a calma…

Os verbos derivados de ter, pôr, vir e ver são dos mais difíceis de conjugar. Inúmeros cidadãos cometem deslizes principalmente na conjugação do tempo denominado de futuro do subjuntivo, em razão da semelhança que esse tempo tem com a forma verbal chamada de infinitivo.
18 de março de 2014

Tinha uma pedra no meio do caminho.

Carlos Drummond de Andrade, ao escrever “tinha uma pedra no meio do caminho”, utilizou-se da fala popular, esquivando-se da Gramática padrão, já que o verbo “ter” não deve ser usado no sentido de “existir, ocorrer, acontecer”.
17 de março de 2014

Entre 2008 e 2011

Ao usar a preposição entre com o significado de a meio de dois espaços, dois tempos, duas situações, usa-se, entre os elementos indicadores dos espaços, tempos ou situações, a conjunção e, e não a preposição a. Esta deverá ser usada só quando anteriormente ao primeiro elemento for usada a também preposição de.
17 de março de 2014

Qualquer x nenhum x algum

Qualquer é pronome indefinido, por isso indica indeterminação, mas não tem sentido negativo nem quando usado em frases negativas, porque não expressa exclusão, o que é feito com o pronome nenhum ou com algum.