Dílson Catarino – Página: 44 – Gramática On-line
14 de março de 2014

É necessário perseverança ao governo.

Quando se usar o verbo ser, ou o verbo estar, com algum adjetivo, como necessário ou proibido, este (o adjetivo) só concordará em gênero (masculino, feminino) e número (singular, plural) com o substantivo, quando anteriormente a este (ao substantivo) houver algum elemento modificador (artigo, pronome...).
14 de março de 2014

Esqueci o nome dela. / Esqueci-me do nome dela.

Frases muito comuns no nosso dia a dia. Escutamo-las constantemente; não as frases apresentadas especificamente, mas frases similares a elas. Quem esquece, esquece algo. Quem se esquece, esquece-se de algo.
14 de março de 2014

Basta para mim ter Teté a meu lado.

Apesar de o Word querer corrigir a frase acima para “Custou para eu acreditar nela”, o uso de mim está adequado ao padrão culto da língua. O corretor do Word está equivocado.
14 de março de 2014

Ele não negoceia com qualquer um.

Segundo o último acordo ortográfico, os verbos ligados a substantivos que tenham as terminações átonas ia e io admitem dupla grafia nas formas rizotônicas. As terminações são átonas, e a sílaba anterior a elas é a tônica.
14 de março de 2014

As moças chegaram rápido à festa.

Adjetivo é a classe de palavras que modificam substantivos ou palavras substantivadas, como pronomes, atribuindo-lhes estado, qualidade ou modo de ser. Quando, por exemplo, se diz que o guepardo é o mamífero mais veloz do planeta, usa-se o adjetivo veloz para qualificar o substantivo mamífero, atribuindo-lhe uma qualidade.
14 de março de 2014

Intertexto x paródia

Segundo o dicionário Houaiss, intertexto é o “texto literário preexistente a outro texto e que é aproveitado, por absorção e transformação, na elaboração deste, ou que o influencia”
14 de março de 2014

Se você fosse sincera (…) Veja só que bom que era…

Nessa marchinha de carnaval, certamente os autores, Mário Lago e Roberto Roberti, se valeram do que denominamos de licença poética, que permite que compositores e poetas usem a linguagem despreocupada do dia a dia, desprezando a gramática normativa.
14 de março de 2014

Vem, jardineira! Vem, meu amor! / Não fiques triste que este mundo é todo teu.

“Oh! Jardineira, por que estás tão triste? / Mas o que foi que te aconteceu? / Foi a camélia que caiu do galho, / Deu dois suspiros e depois morreu. / Vem, jardineira! Vem, meu amor! / Não fiques triste que este mundo é todo teu. / Tu és muito mais bonita / Que a camélia que morreu.”