Análise sintática – Gramática On-line
18 de fevereiro de 2015
usado-670

Adjunto adnominal x predicativo do objeto

Como estabelecer a diferença entre o adjunto adnominal e o predicativo do objeto?
28 de outubro de 2014
unnamed-3_1

Quem fez isso? – Qual o sujeito da oração?

O sujeito é a palavra que representa quem praticou a ação.
29 de setembro de 2014
shopping

Maria foi ao shopping

Os verbos que indicam destino não são transitivos indiretos.
26 de julho de 2014

Após o desfile acontecerá o Baile Popular, durante o qual haverá a premiação dos blocos

Na frase apresentada, já há as devidas correções para que o leitor não tenha, à primeira vista, a impressão errônea de que o inadequado possa ser o conveniente. O que li num site destinado a quem deseja conhecer novos lugares e se aventurar nas diversões oferecidas foi o seguinte: Após o desfile acontece o Baile Popular, onde acontece a premiação dos blocos.
26 de julho de 2014

Foi assistido é inadequado.

Um participante de um desses programas televisivos de esportes falou a seguinte frase: “Deve-se respeitar um evento que foi assistido pelo mundo todo!” Muitos já utilizaram frases semelhantes a essa sem perceber que é inadequada ao padrão culto da língua.
25 de julho de 2014

Havia 22 anos que o Londrina não conquistava o Campeonato Paranaense.

Esses dias, num jornal televisivo, o apresentador comunicou a morte do filho do cantor Erasmo Carlos e disse, no decorrer da notícia, a seguinte frase: “Ele estava internado há uma semana”. Esse uso do verbo haver, bastante comum em nosso país, inclusive nos meios mais cultos, está inadequado à língua-padrão.
11 de julho de 2014

Precisam-se homens honestos.

Certamente a maioria dos leitores desta coluna estranhou a frase apresentada. Entendo perfeitamente, porque o verbo precisar, no sentido de “ter necessidade; carecer, necessitar”, é pouquissimamente usado dessa maneira. No Brasil, usamo-lo quase exclusivamente com a preposição de: Quem precisa, precisa de algo ou de alguém.
11 de julho de 2014

Assisto no meu casal.

Tomás Antônio Gonzaga, posto que tenha nascido em Portugal e vivido no Brasil somente vinte anos (dos sete aos dezessete anos e, depois, dos trinta e oito aos quarenta e oito anos), é um dos principais nomes da Literatura Brasileira da era colonial. No séc. XVIII, escreveu mais de cinco mil versos para compor sua maior obra: Marília de Dirceu, na qual retrata seu amor por Maria Doroteia Joaquina de Seixas Brandão, moça que lhe arrebatou o coração ainda que fosse vinte e três anos mais jovem que ele, já quadragenário.